A Vértice avalia se dejetos de suínos, bovinos, aves ou sistemas integrados têm escala, manejo e uso energético para justificar um projeto de biogás na propriedade.
Volume, frequência de coleta e consumo energético precisam conversar antes de qualquer orçamento. A análise começa por aí.
O dejeto precisa ser coletado, armazenado, tratado ou destinado de alguma forma. Ao mesmo tempo, a propriedade continua pagando energia, GLP, diesel, aquecimento ou fertilizante. O biogás só faz sentido quando essas contas se conectam — e a análise mostra se elas fecham.
O erro caro é contratar um fornecedor de biodigestor antes de saber se o volume, o manejo e o uso energético justificam o investimento. A Vértice organiza essa decisão antes da compra.
Sem quantidade e constância mínimas, o projeto perde sustentação econômica.
Como o dejeto é coletado e armazenado influencia diretamente a tecnologia indicada.
O biogás precisa ter uma aplicação clara e mensurável dentro da propriedade.
A análise considera produção de biogás, uso do biofertilizante, manejo do dejeto e o custo energético que pode ser substituído — sem prometer resultado sem dados reais.
Comparação técnica com GLP, eletricidade, diesel ou aquecimento usado na propriedade — com os dados do seu caso.
Organização da coleta, armazenamento e tratamento do material — reduzindo passivo ambiental e operacional.
Avaliação do potencial agronômico do digestato — sem afirmar resultado antes de analisar o substrato e a rota tecnológica.
A análise parte do resíduo, do manejo e do consumo energético da propriedade — não do equipamento. Só depois vem a comparação de tecnologias e a indicação de fornecedores compatíveis.
A primeira conversa é sem compromisso. Com tipo de criação, quantidade aproximada de dejeto e gasto energético já é possível fazer uma leitura inicial do potencial.
Preencha os dados básicos e escolha como prefere receber o retorno.
A Vértice retorna em até 24h com uma leitura inicial do seu caso.